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Post pré-show: Interpol

Quinta, 13 de Março de 2008

Já tá virando tradição, então vamos lá.

Interpol no VIa Funchal, foto de HelenaNHoje é dia de Interpol na Fundição Progresso. Os relatos do show de dois dias atrás em São Paulo já começam a pintar, assim como fotos e vídeos (abaixo) da apresentação. Pelo que eu vi e li até agora, a avaliação geral é bem positiva. Vamos ver hoje à noite.

Aparentemente o show foca na carreira toda, então não vão faltar os indie-hits do Turn On The Bright Lights e Antics, além de músicas do marroumenos Our Love To Admire. Será que aqui a platéia vai cantar junto como em SP?

Pioneer To The Falls e Obstacle 1 em São Paulo:

Mas esse post, cês já tão sabendo, é só uma desculpa pra despejar umas mp3 bacanas relacionadas à banda:

Obs: Infelizmente tive que usar o You Send It, já que o Mediafire tava fora do ar…

Interpol - Slow Hands (Britt Daniel Remix)
Britt Daniel é o vocalista do Spoon. E esse remix é bem bom.

A Plus D - Mamooth Boys (Interpol vs. M.I.A.)

Yay for mashups!

Charlotte Martin - Obstacle 1
Uma cover, pra terminar. Não sei muito sobre essa Charlotte Martin, exceto que esse é o myspace dela. Curti o baixão.

Queriam versão ao vivo da própria banda? Vão no show oras!

Mugg esta noticia, tio!

Nokia Trends - Desconto pra quem quer desconto

Quarta, 28 de Novembro de 2007

header janco - Por Janco Tianno

Ah, mas nós somos muito bonzinhos…

Bom, dia 8/12 é dia de Nokia Trends em São Paulo. No line-up, Van She (tanto a banda quanto o projeto eletrônico Van She Tech), She Wants Revenge, a cool banda francesa Phoenix e o duo carioca The Twelves, entre outros artistas. Bem mais eletrônico que a edição passada, mas bastante interessante. Apostam mais é na interação entre música e arte, e prometem um espaço giga voltado pra isso, no Memorial da América Latina.

Como já dissemos antes, a Hang the DJ está no Nokia Team, e além de ganharmos brindes e irmos pra festas de graça, também descolamos uma boquinha pra vocês amigos duros. 50% de desconto no ingresso do Nokia Trends 2007. É, é isso aí. É só escrever pra gente pra pagar R$50* pra curtir o evento. O do ano passado foi aprovadíssimo, e dada a antecedência do planejamento deles, o desse ano tem tudo pra ser no mínimo tão bem organizado quanto.

Pra garantir essa mamata aí, mande email pro nokiatrends@hangthedj.com.br enviando seu nome completo, e o de quem mais você quiser chamar. Só que tem que ser até o dia 30/11, sexta-feira agora.

E enquanto não chega…
Antes disso, ainda tem mais uma Mob Jam, amanhã, aqui no Rio mesmo. É no 00, na festa KZA e tem desconto pra quem enviar email e/ou deixar comentário sim, basta pedir (porque eu esqueci quanto é, hehe).

Pra variar, algumas mp3:

Van She - Cat & The Eye
Single novo dos australianos. Mistura o que eles fizeram no EP com o que fazem como Van She Tech. E bem.

Kylie Minogue - 2 Hearts (The Twelves Remix)
Eles me mandaram isso essa semana. E tocarão na TILT ainda esse ano! \o/

Phoenix - If I Ever Feel Better
Essa música me lembra Jamiroquai. De um jeito bom, ok?

Sneaky Sound System - UFO (Van She Tech Remix)
Dos remixes com a grife Van She Tech, é o meu preferido. A original é bem boa, aliás.

* O desconto não acumula com a carteirinha de estudante.

Someone Great

Sábado, 17 de Novembro de 2007

header janco - Por Janco Tianno

Nada como ser cara-de-pau. Ter bastante gente no MSN também ajudou. Passei a tarde com “Troco minha alma por um ingresso pro LCD Soundsystem” como nickname, e não é que surgiram interessados em ajudar? Calma, nada tão Faustiano assim. Mas graças à colaboração dos caras do The Twelves e de uma amiga de faculdade, descolei o que eu acreditei ser um negócio justo. E depois de uma tarde de trabalho, alguns chopps e dois temakis, parti pro Circo Voador.

A chuva forte que caía atrapalhou o Multiplicidade, coletivo que se apresentava numa tendinha do lado de fora, perto do bar. Com pouco espaço coberto, acabou ficando longe da maioria que preferiu esperar a atração principal na lona mesmo. Foi nessa hora que eu vi que estava certo: ninguém parece ter pago os abusivos R$200 (R$100 se você fosse estudante) da entrada. Só VIPs, gente em listas, etc. E os cambistas do lado de fora vendiam por preços entre R$60 e R$80. Aposto que quando começou o show, isso caiu ainda mais.

E o show… Ao vivo, o LCD Soundsystem é uma banda de Rock. É bom lembrar disso. James Murphy é vocalista e percussionista. Percussionista é um termo que é melhor explicar. Percussionista é o Ivo Meirelles. James Murphy só com o cowbell faz mais barulho que a indústria agropecuária brasileira inteira. E ainda toca metade da bateria, se arrisca nos teclados em algumas músicas e canta. Timidamente, entre uma e outra música, ele até arrisca um “obrigado”, e o indefectível “you are the greatest crowd ever”. O resto da banda se comporta muito bem. O baixista é os cornos do Thurston Moore, a tecladista tem cara de Yoko Ono coreana, até pelos gritinhos e guitarra e bateria seguram muito bem a pressão.

A banda teve alguns problemas no início do show, que fizeram com que os silêncios entre as músicas ficassem mais longos do que deveriam. Nada que chegasse a tirar o entusiasmo das - chuto - 2000 pessoas que estavam lá na lona, apesar da chuva, do preço dos ingressos e tudo mais. E que foram brindados com um show que não é electro + rock + punk como foi anunciado nos lambe-lambes pela cidade e sim tudo isso junto, e muito mais. Daft Punk Is Playing at My House foi a segunda, e serviu bem à tarefa de deixar todo mundo pronto pro que viria depois. Petardo depois de petardo, groove depois de groove. E muito cowbell. Muito.

Destaque pra All My Friends, que já era uma das músicas do ano antes do show e agora tá lá absoluta, pela força que ganhou ao vivo. Uma pena que pra pergunta “Where are your friends tonight?” a resposta fosse “tiveram que ficar em casa porque estão cobrando os tubos nesse ingresso”. Get Innocuous e a cover de No Love Lost do Joy Division já no bis. O encerramento foi o mais inesperado: New York I Love You (But You’re Bringing Me Down), à meia luz, em arranjo minimalista. E cantada pela maior parte da platéia à plenos pulmões.

E foi assim que foi. Tomara que da próxima vez eu não precise da minha cara-de-pau pra pagar um preço justo. Porque eu pagaria de novo, feliz. E gostaria que mais gente pudesse ter visto o que eu vi ontem.

Depos do show, o The Twelves começou um belíssimo set. O público já mais disperso (e depois das 2h da manhã de uma sexta chuvosa, num espaço razoavelmente aberto, não era pra menos) dançava na pista ao som da dupla que é tão divertida ao vivo quanto nas gravações que já rolavam por aí. Pena que não os encontrei antes pra agradecer pessoalmente pelo favor da lista. Mas com certeza terei outras oportunidades de vê-los ao vivo. Até porque ontem, eu tava morto, e acabei saindo depois de pouco mais de 30 minutos deles tocando. Mas estão muito de parabéns.

(Faço update aqui assim que arrumar fotos/vídeos do show, apareçam.)

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LCD e a Imigração, com bônus do Planeta Terra

Terça, 13 de Novembro de 2007

header janco - Por Janco Tianno

Circo Voador: I love you, but you’re bringing me down
James Murphy é meu ídolo, o The Twelves é um duo muito mais que só talentoso e eu adoraria ver os dois numa mesma noite, ainda mais num lugar que eu curto e no qual já vi shows memoráveis.

Mas porra, R$200 é sacanagem grossa. Ainda mais quando em São Paulo e BH a inteira custará menos da metade disso.

Não dá. Não rola. O LCD Soundsystem eu vejo em outra oportunidade (hopefully) e o The Twelves eu tenho certeza que acabo vendo por aqui mais cedo ou mais tarde.

Como as bandas continuam sendo excelentes, ficam duas mp3 de prêmio de consolação, pra mim e pra quem mais não vai poder ir:

The Twelves - I Feel Fine
Os remixes deles são ótimos, mas também curto as músicas próprias. E essa tem vocal feminino, coisa que eu sempre gostei.

LCD Soundsystem - No Love Lost
Cover de Joy Division. Preciso falar mais o que pra vocês quererem baixar?

Vocal do Montage Deportado da Inglaterra
Aparentemente, a imigração britânica agora barra seguindo os critérios da Sharia. Tosco pacas.

Mas os comentários homofóbicos na linha de “Mas a imigração inglese está muito certa, isso naum é homem, naum é mulher, é uma coisa horrorosa.” (sic quíntuplo) são ainda piores. O festival da falta de noção ali é que devia valer deportação.

Já que as notícias não ajudam…
E porque tão aparecendo no YouTube os vídeos gravados pelo próprio Terra, e sempre é válido pôr mais coisa na roda.

The Rapture - House of Jealous Lovers:
Entenderam aquilo que eu tinha dito sobre as músicas se emendarem umas nas outras a partir do baixo ou da bateria? E só eu acho que essa música tá com muito mais groove?

Datarock - Fa-Fa-Fa
Pena que a gravação foi direto da mesa e sem microfone pra platéia. Porque tava todo mundo cantando junto aí. (Aliás, todas as músicas tão com os créditos errados, né?)

Datarock - Bulldozer
Outra dos noruegueses, porque nessa da pra ter uma idéia melhor da reação do público. Foi a primeira do show, acho. Ouvi do lado de fora, na fila pra entrar.

Kasabian - Shoot The Runner
A primeira do show, com direito a Ennio Morricone de trilha pra entrada da banda no palco.

Ah, tem links pra (quase) todas as músicas do show do Kasabian aqui, cortesia da Erika.

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Planeta Terra

Segunda, 12 de Novembro de 2007

header janco - Por Janco Tianno

Foi tanto esmero na organização que parecia até provocação com o TIM Festival (principalmente o de SP). O Planeta Terra contou com shows pontualíssimos, filas sempre abaixo dos 3 minutos (ok, não estava tão cheio assim também), estrutura legal e staff simpático. Sério, o festival foi impecável do ponto de vista da organização. Tirando pros menores de idade que parece que foram barrados aos montes. Mas aí já é outra seara. E como não sou pirralho, tô pouco ligando.

A pontualidade atrapalhou um pouco. Eu pretendia ver ao menos uma parte do show do Tokyo Police Club, mas quando cheguei na fila de entrada percebi que isso não ia rolar. Do lado de fora dava pra ouvir Bulldozer, do Datarock. Entrei o mais rápido possível, encontrei o galpão onde os noruegueses já se apresentavam e…

Datarock
… eles emendaram, uma atrás da outra, algumas das minhas preferidas. I Used To Dance With My Daddy, Computer Camp Love e Sex Me Up colocavam um público bem grande - provavelmente de fãs do CSS e Rapture em sua maioria - pra pular e dançar. Musicalmente em algum lugar entre o New Rave e o Talking Heads, o show me lembrou muito a noite em que eu vi o Super Furry Animals levantar a Copa do Mundo, na primeira edição do TIM. Bandas que se divertem tanto assim no palco merecem a aclamação, e não foi pra menos. Quando começou a linha de baixo de Fa-Fa-Fa, o galpão inteiro respondeu em uníssono à pergunta de Fredrik Saroea “Do you know the name of this song?”.


O vídeo é tosco, mas dá pra ter uma idéia de como foi. Se achar um melhor depois, troco

E quando eu achava que isso seria o final, eles me fazem uma das coisas mais surreais que já vi em show. Um karaokê. De I’ve Had The Tie of My Life. É, a de Dirty Dancing. Um galpão inteiro cantando Iiiiiiiii’ve had the time of my liiiiiiiiiiiife / No, i never felt this way befooooore / Yes, I sweeeeeear it’s the truth / And I owe it all to you”. Enquanto isso, aproveitavam pra fotografar o público, se jogar na galera e tudo mais.

Foda. Muito foda.

Lily Allen
De vestidinho roxo, microfone verde-neon combinando com as unhas, havaianas (e depois descalça) e transbordando carisma, a menina esqueceu letras, enfrentou alguns (poucos) problemas com o som, riu meio tímida das próprias piadas, admitiu que tinha bebido um pouco demais antes de subir no palco, cantarolou música do headliner e falou que “fuckin’love Kasabian” e basicamente encantou os fãs que estavam lá. Transbordava carisma, e era fofíssima.

A banda é azeitada e tudo mais, mas os intervalos entre as músicas eram longos. Sorte que Lily acabava sempre falando alguma besteira e ajudava a passar o tempo. Na metade do show, muita gente começou a debandar do palco principal pro galpão indie, onde o CSS ia começar. Fiquei, e fui brindado com uma cover de Gangsters do Specials, outra de Everybody’s Chaging do Keane e finalmente a de Heart of Glass, muito boa mesmo.


Lily Allen esquece a letra de Not Big e confessa: “I’m a little bit drunk”.

Ao final da simpaticíssima apresentação, corri pro

Cansei de Ser Sexy
E ouvi Let’s Make Love and Listen to Death From Above. E só, porque era a última do show deles. O galpão transbordava gente, e tive a impressão de que foi o show mais cheio da noite. A platéia cantava junto, e muita gente em volta depois comentava que o show foi bom. Não pude julgar, mas acho que pode muito bem ter sido. Vamos ver se eles não aparecem pelo Rio quando estiverem gravando o disco novo. Aliás, rolou uma nova no show, e quero ouvir.


Quero entender essa roupa da Lovefoxxx, alguém consegue explicar?

Devo
Confesso o pecado indie: assiti a menos da metade do show do Devo. Mas peguei uma sequência fuderosa de Whip It, Secret Agent Man, e a cover de Satisfaction. Estava foda, e eu hesitei muito pra sair ali, mas tinha que dar outra chance ao

The Rapture
E não me arrependi. Em 2003, saí depois do já citado show do SFA pra descansar um pouco (tinha White Stripes logo depois) e não prestei atenção na banda de NY. Só conhecia uma música, a óbvia House of Jealous Lovers, que inclusive eu achava meio histérica demais. Não sei se foi tanto o meu gosto que mudou, mas fato que o som deles passou a me agradar muito mais com o último disco.

Daí voltei ao galpão indie, e assisti a uma apresentação cheia de neon e totalmente pista de dança. Muitas vezes eles aproveitavam pra emendar uma música na seguinte, inclusive fazendo isso na hora do bis, com a banda quase toda saindo do palco e voltando aos poucos, um instrumento entrando de cada vez. Platéia empolgada, banda empolgada (apesar de falarem pouco com o público), ótima apresentação.

E vale a obs: o som da banda mudou sim, e pra melhor. Achei a própria House of Jealous Lovers bem diferente, com muito mais groove. Seria foda se eles relançassem ela nessa nova roupagem como single, aliás. Ah, e Olio também. Mas o grande destaque foi pras músicas do Pieces…, como The Devil, Don Gon Do It e Get Myself Into It, apoteótica.

Kasabian
O show do Rapture acabou pontualmente a 1h, horário previsto pra entrada do headliner. Aí, o único atraso do festival. De 25 minutos. É, isso. E parte deles pra organização agradecer ao público, e convidar todos pra uma reapresentação do dupla de djs Layo & Bushwacka no galpão indie, bela sacada. A festa não precisava terminar.

Eles têm pretensão pacas, se acham e demonstram isso. Sergio Pizzorno faz pose de guitar hero, Tom Meighan tem pose e a banda chama o público pra participar o tempo inteiro. E ainda bem que são assim. Porque o Rock precisa de empáfia, porra. E se uma banda quer ser grande, tem que agir de acordo.

E o Kasabian fez um show de gente grande. Ao vivo, a banda lembra muito o Oasis pela atitude (e eventualmente no som, como em By My Side). Musicalmente, ficam muito mais pra uma mistura de Primal Scream e Happy Mondays, com ecos até de Verve e Suede. Aliás, a banda cresce MUITO ao vivo, e dá pra notar muito mais as influências, o que é sempre muito bom.

No meio do show, citaram ainda The Kinks e Primal Scream, falaram de futebol (e fizeram piadas sobre os anúncios de Viagra com o Pelé: “he’s got some erection problems, doesn’t he?”). No fim das contas, foi um show do caralho, feito pro ar livre e pra fechar uma grande noite da única maneira possível: espantando o cansaço com peso e pose.


Tom Meighan tem a pose, tem a manha. E tem também barriga de chopp.

Meus parabéns ao Planeta Terra. Supostamente, dá pra ver os vídeos de todos os shows aqui. Eu não tô conseguindo, mas pode ser só comigo.

Datarock - Datarock
Datarock pedindo ao fotógrafo da produção pra tirar foto deles com a galera vibrando ao fundo. Acho que eles tiveram mesmo o time of their lives.

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Preparação - Planeta Terra

Quarta, 7 de Novembro de 2007

Já que esse fim-de-semana estou me mandando pra SP achei legal fazer outro post de preparação, como o que rolou pro TIM Festival. Só que dessa vez em português mesmo.

Ah, mas antes do Planeta Tera, duas coisas:

O que foi feito no sábado.
A festa desse sábado na Pista 2 do Fosfobox foi uma celebração da vida, não só do meu aniversário. A Hang the DJ como festa está de volta, feito fênix. Uma fênix meio bêbada que mistura Björk e pancadão e que em breve vai rolar com toda a divulgação que merece. Vocês saberão quando atingirmos a estratosfera.

O que vocês vão fazer na sexta?
Essa sexta, toco no Dama de Ferro, na Se Joga da Miss Playmobil. No line-up tem também Winning Electro, ou seja é uma noite que reúne TODOS os djs cariocas cujos nomes de guerra são inspirados por jogos de futebol de computador. Partiu? Lista-amiga aqui, ou pedindo por email/comentários. E o flyer ao lado tem um ‘ene’ a menos no meu nome, tsctsc. ;)

Recados dados, vamos às músicas:

Lily Allen - Don’t Get Me Wrong
Quando falei da coletânea da Radio 1 não citei essa cover de Pretenders da Lily à toa. Uma delícia, tô torcendo muito pra rolar ao vivo no sábado.

Datarock - I Used To Dance With My Daddy (Metal on Meatl Remix)
O Datarock é uma banda esquisita da Noruega. O Metal on Metal é um trio de djs bizarro da Lituânia, e isso é um trecho da bio deles: “They call themselves “Nesakyk Mamai!” (eng. Don’t Tell Ya Mom) and play riot music to dance to. Some dancers manage to make out or fade out. No casualties. Few babies born comming year.”. A internet é uma coisa linda.

The Rapture - Sister Saviour (DFA Vocal Remix)
Eu curto muito o segundo disco da banda novaiorquina, e seria natural incluir algum dos trocentos remixes das músicas dele disponíveis por aí… Mas, fui procurar um e dei de cara com esse, de uma do Echoes, e achei muito legal. Então taí.

Bonde do Rolê - Office Boy (CSS Remix)
Eu ultimamente tenho curtido mais os remixes feitos pelo Canseide que os de músicas deles. Parece que vem música nova no show, vamos ver quando começam a pipocar nas pistas. Enquanto isso, paguei de pleibói.

Kasabian - Too Much Too Young
Outra da coletânea da BBC. Aqui o Kasabian vai de ska, fazendo cover dos Specials. Nada muito fantástico, mas a música é divertida. Além disso, não achei bons remixes do Kasabian, o que não faz muito sentido. Pô, nem de Empire?

Tokyo Police Club - Cut Cut Paste
É sempre uma incógnita ir assistir a um show de uma banda que só lançou um disco. De uma banda que lançou um com 7 músicas, que não chega a ter 40 minutos , ainda mais. Vamos ver o que o TPC vai apresentar. Aqui fica a oitava deles, que foi bônus track na versão Reino Unido do A Lesson In Crime.

BÔNUS!
The Rapture - Whoo! Alright Yeah… Uh-Huh (Goonies Remix)

Baixei essa daí porque o título chama atenção. E confirmei: sim, é por causa do filme. Ah, nostalgia sessão da tarde…

E ficamos por aqui. Mais notícias de minha parte quando eu estiver de novo no Rio.

Mugg esta noticia Cês talvez já tenham notado esse link aí do lado nos posts recentes. O Mugg é um espécie de Digg só de notícias de música, e brasileiro. Curto iniciativas que envolvam música e web 2.0, ainda mais quando elas colocam a gente nos destaques, então tô apoiando integralmente. Podem muggar nossos posts à vontade.

Pílulas Timfa, 2

Domingo, 28 de Outubro de 2007

Antes de mais nada: Juliette Lewis é uma excelente atriz. Se eu quisesse pagar ingresso pela interpretação, ia ao teatro. E eu curto muito o primeiro disco do Killers. Mas no segundo tem Bling, e eu acho que uma banda que faz isso não merece meu dinheiro. Portanto, ignorei solenemente a hipótese de gastar uma pequena fortuna por essa dobradinha. Muita gente elogiava no fim, e até às 6h eu via gente andando (cambaleando, na verdade) pela Marina da Glória com a peninha azul que eu realmente espero que tenha sido distribuída e não comprada ou combinada por fã-clube.

Por esses motivos, a razão do meu deslocamento até lá ontem era basicamente uma só: Gregg Gillis, também conhecido como Girl Talk. E… bom, eu ainda não consegui descrever muito bem pra mim mesmo o que aconteceu ontem, mas vamos dizer que eu estou considerando a inclusão de um cara e seu laptop nos melhores shows da minha vida.

O cara pegou uma pista vazia: a apresentação do Spank Rock foi bem burocrática, o que fez muita gente mudar pra tenda funk e pra eletrônica. Andei pelas duas, mas a do funk estava insuportavelmente cheia e quente, enquanto a eletrônica não me empolgou muito. Logo no início da apresentação (não, não dá pra chamar de set), ele fez o esperado: pôs o máximo possível de gente em cima do palco. Não fosse um babaca que arrumou confusão com o segurança exatamente na minha frente, eu teria subido também.

Mesmo de lá de baixo, a mistura era absurdamente coerente e empolgante ao vivo. Não dá pra enumerar os samples, mesmo que eu tentasse anotar. Eles vinham à uma velocidade e frequência tão grandes que enquanto você pensava “Ei, isso não é o solo de…” ele já emendava com “caralho, é a base da…”.

Quando eu crescer, quero ser que nem ele.

Pretendo arrumar vídeos e pôr aqui, assim que aparecerem no YouTube. Rolaram também umas fotos dele no meio da galera, pisando no meu pé que eu tenho que pegar, posto depois.

Ah, na sexta fui ao Hot Chip/Arctic Monkeys, e me diverti bastante. Mas depois de ontem, não dá pra falar de outro show. Talvez mais pra frente eu lembre de escrever a respeito.

Em tempo: e essa aqui é a notícia mais bizarra do Tim desse ano ou não?

Já que ficou faltando uma mp3 do cara naquele último post, aqui vai uma:
Girl Talk - Friday Night

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¡Preparación para el TIM Festibal!

Sexta, 26 de Outubro de 2007

En homenaje a los dos ebentos de hoy, que són el Día Internacional de Hablarse Portuñol y, claro, el TIM Festibal, hacerejé un póst con algunas mp3 de los artístas, y comentários en lá lngua oficiale del día. Peró, hacerejé un post de cobers y remixes, o sea, con bersiones diferentes de las coñecidas…

¡Porque és uenda!

Kate Nash - Fluorescent Adolescent (Arctic Monkeys)
Una hermosíssima cober de una guapíssima chica. Kate Nash és una cantora que siegue la liña de Lily Allen. Acá, ela está a tocar Fluorescent Adolescent, del secundo disco de Los Macacos Arcticos.

Ladytron - Destroy Everything You Touch (Hot Chip Remix)
Un de mios remixes más preferidos de Hot Chip. En esta música, los chicos de la banda inglesa reestructuran el hit de Ladytron, y hacen el trabajo muy bien. Comeciando quase minimal, el remix siegue etéreo, fluydo, y derripiente explód en sonidos y texturas.

Cat Power - Wonderwall (Oasis)
Chan Marshall en brebe (en el inicio de dos mil y ocho) tenerá su disco de cobers à benda. Está bersión, todabia, no estará en el disco. És una grabación en las Peel Sessions de la Radio 1 inglesa. Y és hermosíssima, hacendo una música que muchos já escucharan a la exaustión sener nobamente comobente.

The Killers - Tranquilize (ft. Lou Reed)
Ningún menos que Lou Reed és el conbidado de honor deste nuebo single de Los Killers, Tranquilize. Esta música és el primer single del supuesto albun de compilación de los Machadores, con b-sides y raridades que la banda nuerte-americana estaría a grabar, llamado Sawdust. Buenas, cuemo será el álbun no sabemos, bisto que el disco de 2007 és una buemba!

Juliette & The Licks - Got Love To Kill (MSTRKRFT Remix)
Como tuedos sabén, yo soy un gran fan de los remixes de MSTRKRFT. En este, ellos trabajan con una de las músicas más coñecidas de la actriz y guestosoña Juliette Lewis. Y las batídas electrónicas del electro combinam muy bien con el bocale y las guitarras. ¡Muy fuerte!

Y és esto por ahora. Más una bez, el Hype Machine salbaba el día acá en mio trabajo quando me toqué de poner las músicas que escuchaba acá! Aprobechem!

¡Hasta más tarde en la Marina de la Glueria!

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Quem vem e quem vinha.

Quinta, 25 de Outubro de 2007

So Sorry

Cantora e musa indie, Feist não vem mais ao TIM Festival. É o que diz a Folha.

Mundo injusto esse em que o White Stripes cancela shows (supostamente) por uma sex tape da Meg e a Feist ficar em casa por causa de uma labirintite. Pra quem comprou entrada, vale ficar ligado no site do evento, que ainda não deu a notícia, mas deve pôr em breve como fazer pra trocar ingressos, coisa e tal.

UPDATE: Via Twitter oficial do festival a organização confirma que a gata não vem mais. E que será substituída por Antony and the Johnsons na sexta, no Rio, e por Cat Power no sábado, em São Paulo. E quem quiser o dinheiro de volta, pode passar nas bilheterias dos shows.

Nokia: Van She Wants Resistance

O Nokia Trends confirma mais duas atrações pro festival que já tinha no line-up o duo australiano Van She e acontece dia 08/12 no Memorial da América Latina, em SP. São elas o duo californiano She Wants Revenge e o combo techno-jazz de Detroit Underground Resistance.

A apresentação completa do festival é hoje mas (apesar de convidados pela organização que nos mima) não vamos poder comparecer. É que é no Itaim e tal. Mas assim que chegarem as novas (e esperamos que sejam boas) mandamos por aqui. E vamos ver se vai ser mais uma ponte-aérea nesse fim-de-ano com cada vez mais motivos pra querer viajar.

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Rapidinhas de Segunda (Quase na Terça)

Segunda, 15 de Outubro de 2007

header janco - Por Janco Tianno

James Murphy vem aí

E o LCD Soundsystem vem mesmo ao Rio. No Circo Voador, dia 16/11. E quem confirma é o Pollstar, que não costuma dar bola fora. Aliás, é mini-turnê mesmo: tem datas pra SP, Brasília e Belzonte, também, manja:

Tue 11/13/07 Sao Paulo, BRA Via Funchal
Wed 11/14/07 Belo Horizonte, BRA Elektronika Festival
Fri 11/16/07 Rio De Janeiro, BRA Circo Voador
Sat 11/17/07 Brasilia, BRA Marina Hall

Pagaram quanto?

E aí, deram quanto no In Rainbows? Pus £2,35 na conta do Radiohead. Mas tô quase indo lá completar 3 libras só por causa do arranjo de Faust Arp, ô música bonita. Como uma banda grava várias músicas que já estavam em shows faz tempo (algumas como Nude já eram tão velhas conhecidas que neguin nem esperava mais que entrassem em disco de carreira) e mesmo assim faz tudo parecer coeso desse jeito?

Teoria: o The Eraser foi o disco que salvou o Radiohead. Thom Yorke gastou no disco-solo do ano passado todas as suas esquisitices e eletronices chatas. E a banda voltou a soar como… banda. Ainda bem. Confesso que ainda não consegui ouvir o disco com toda a calma que ele merece, mas já tô curtindo, e muito.

Quarentona

E a razão pr’eu ainda não ter dado ao disco novo do Radiohead toda a razão qeu ela merece é nobre, nobílissima. Atende por Radio 1 Established 1967. E comemora, duh, os quarenta anos da rádio da BBC, com uma compilação e tanto. São 40 músicas, cada uma representando um ano. Todas por artistas novos (o mais antigo é o Foo Fighters que ataca de Band on the Run, do Wings).

Dá pra falar de várias versões maneiríssimas do disco, mas vou destacar umas poucas aqui. The Streets tocando Your Song (sim, a do Elton John), por exemplo, me deixou de queixo caído. Versão crua, Mike Skinner meio cantando meio declamando. Lindona. Tem também uma versão bem maneira do Franz Ferdinand pra Sound and Vision do Bowie, Stereophonics suingante em You Sexy Thing (sim, Hot Chocolate), Lily Allen igualmente acertando bonito em Don’t Get Me Wrong (sim, Pretenders), The Kooks fingindo levar a sério All That She Wants (sim, Ace of Base) e mais muita, muita coisa.

Só não entendi porque o Raconteurs pôs uma versão ao vivo do hino de John Peel, Teenage Kicks.

A lista inteira E o link pra baixar no Worldvix.

E agradeço a Liv por mais uma excelente dica.

O Hype Machine quer ser mais Hype ainda

Babacas!

Se eu pudesse viver sem o Hype Machine, eu não divulgaria isso aqui. Enfim, eles vão lançar uma versão nova do site. Foda. Mas eles só vão fazer isso quando tiverem 10.000 pessoas acessando a página acima. Ao. Mesmo. Tempo. Enquanto escrevo isso, já somos 3377. Venham, divulguem.

Filhosdaputa!

Mas sou obrigado a admitir que a idéia é uma das melhores pra gerar mídia espontânea na web que eu já vi. Fantástica, mesmo. Só o post sobre isso no Digg já tem quase 700 votos. E comentários do tipo “What if 10,000 people NEVER log on at the same time? WHAT THEN?”e “I wouldn’t be cool if it wasn’t for the Hype Machine”. Eu entendo. Eu não seria cool se não fosse pelo Hype Machine.

Malditos!

Mas tudo bem, porque aparentemente, vai ser uma mudança bem bacana. Features bem interessantes e uma cara mais Web 2.0. Hmmmm…

hypem2 - hypem2

Não perca no(s) próximo(s) capítulo(s)

- Festa? É isso mesmo. Festa. Aqueeeeeeela mesmo que você tá pensando.
- A resenha completa do Estúdio Coca-Cola. Porque a gente não foi lá só pra sacanear o ForFunNxZeroDibob. Fomos pra sacanear o Armandinho também.
- Eduardo Mulder, deixando a vida de (esporádico) correspondente internacional pra trás, com um fato não-tão-rápido de Barcelona.