
Já falei do TV on the Radio. Agora, outras impressões do Tim Festival
Foi grande a movimentação de gente entrando no Tim Stage quando o Yeah Yeah Yeahs começou a tocar. Mas foi ainda maior a quantidade de gente saindo depois de três músicas. Levei um susto, lá de fora não parecia estar tão ruim — se bem que de fora você não via a cara nem as roupas horrendas de Karen O.
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Thievery Corporation me pareceu o Manu Chao mais limpo e bem vestido. Ou seja, sem graça. Música latina para gringos. Não irritava, a platéia estava bem animada e o som era bem dançante, mas nada ficava gravado depois de um minuto. Por isso tenho os dois pés atrás bandas de produtores tocando ao vivo.
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Finalmente a banda de funk carioca mais famosa do momento se apresentou no Rio. Depois de excursionar a Europa e EUA, o Bonde do Rolê passou por seu batismo de fogo em palcos cariocas. Não poderia ter sido melhor, uma vez que, send eles o tipo de banda “ame ou odeie”, não houve objetos ou xingamentos atirados ao palco, e eles conseguiram de fato empolgar a platéia, coisa que o Lado 2 Estéreo não conseguiu ano passado, abrindo para o Arcade Fire.
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Aliás, não sei qual o critério de escolha das bandas nacionais de abertura do Tim Festival. O Bonde do Rolê funcionou, mas bem poderia ter sido massacrado por fãs do TVOTR e do Thievery Corporation (como o L2E foi ano passado pelos fãs do AF e Wilco).
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Dei um presente para Marina, do Bonde do Rolê. Enquanto ela se contorcia no chão, acertei-a em cheio no rosto com um button (ou seria botton?) do bonde. Imediatamente ela pegou-o e integrou-o ao figurino.
O bonde e e seus convidados especiais: Deise Tigrona e seu futuro filho.
O bonde e os contorcionismos de Marinão. No detalhe, o presentinho.


